Estou de molho
Abril 1, 2008
Pois é, estou, como se diz na gíria popular, de molho, encafuado entre os lençóis, a aumentar e a diminuir de temperatura à vontade do vírus ou bactéria que decidiu que eu era um hospedeiro interessante para passar umas férias, ou até estabelecer residência permanente.
Tivesse eu os dons fabulosos do sr. Nuno Markl, e transformaria este estado latente em que me encontro numa sátira desconcertante sobre as mil e uma baboseiras com que somos prendados pela televisão, ou sobre a emoção que é ora estar a tremer como se tivéssemos perdido todo e qualquer controlo sobre as funções motoras, ora acordar todo suado, mas agradecido pela febre ter baixado.
Despojado de qualquer energia mental para escrever fosse o que fosse, não quis, no entanto, deixar de o vir cumprimentar, nesta altura em que os medicamentos me conferem um certo grau de lucidez e controlo sobre mim próprio. Até já.
P.S. Já me esquecia, soubemos hoje, os autores, que o livro vai para a 5ª edição e que uma editora espanhola está interessada em introduzir o livro no mercado espanhol
Que boas noticias, as da 5ª edição do Taxicidade e da editora espanhola. Desejo-te as melhoras, afinal temos muitos contratos para assinar.
Mas esqueceste de dizer que fomos contactados pelo ICA para passar o nosso Taxicidade uma curta -metragem.
Beijos e sai depressa do molho.
Opaaaaaaaaa!! Um curta? Mais uma caminhada para o TAXICIDADE…
Bruno, reitero as melhoras desejadas pela Elsa, levanta-te e vamos começar a escrever o próximo livro, quem sabe esse seja um ótimo antídoto ao resistente vírus que ronda a tua volta…
Beijos!